O que é a taxa de condomínio e como calcular? Descubra aqui!

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Entre as despesas geradas pelas moradias situadas em residenciais, sejam de casas ou de apartamentos, está a taxa de condomínio. Esse gasto faz parte das obrigações mensais de cada unidade, sendo bastante conhecido. Mas, você tem clareza quanto ao que ela se refere e sabe exatamente a sua importância para o contexto da vida nos empreendimentos? Prossiga a leitura e conheça os mais importantes aspectos sobre o assunto!

Quais custos compõem a taxa de condomínio?

A taxa condominial engloba diversas despesas ligadas à manutenção da rotina do condomínio. Dessa maneira, seu pagamento garante à infraestrutura do empreendimento plenas condições de funcionamento.

Tal custo abrange desde o custeio dos fornecedores e os salários dos funcionários, até as reformas e melhorias feitas nas áreas comuns do empreendimento residencial.

Todos esses gastos acima descritos são somados, o que dá origem a um certo valor. Esse total é dividido entre os moradores do condomínio e deve ser pago mensalmente.

Confira, a seguir, os itens que comumente estão inclusos na taxa:

  • custos com pessoal de limpeza e portaria;
  • contas de telefone, luz, água e impostos do residencial;
  • aquisição de materiais para limpeza e manutenção das áreas comuns;
  • pró-labore do síndico ou o pagamento da sua cota condominial;
  • fundo de reserva para cobrir as despesas imprevistas.

Vale destacar que nos edifícios sem medidores de gás individualizados, a cobrança do fornecimento é dividida entre as unidades. Além disso, saiba que nos condomínios nos quais a administração é terceirizada, o custo desse serviço é integralmente repassado aos moradores.

Como o custo da taxa reverte para o condomínio?

Ao pagar a taxa de condomínio, quem vive em um residencial dá sua contribuição para o equilíbrio das finanças do empreendimento. Com isso, cumpre sua responsabilidade e garante condições da administradora predial — seja própria ou terceirizada — acertar os gastos do edifício.

O dinheiro arrecadado é revertido, então, às demandas cotidianas do condomínio. Tal subsídio é fundamental a providenciar todo o indispensável a manter as áreas comuns limpas, conservadas e, quando preciso, revitalizá-las.

Ou seja, o valor pago se transforma em condições para a gestão do empreendimento promover seu bom andamento. Sem a contribuição, seria impraticável manter o funcionamento do empreendimento, que enfrentaria situações adversas.

Como é feita a divisão que gera a taxa?

Existem duas formas de divisão das despesas nos condomínios de casas e de apartamentos. Uma delas consiste no rateio, que é feito de modo a atribuir a cada morador uma parcela correspondente à área privativa da sua unidade.

Outra opção de cobrança adotada pelos condomínios é a taxa fixa, estipulada a partir de uma estimativa média dos custos do residencial. Aqui também a divisão é realizada entre os condôminos, que origina uma cota individual a ser paga.

Em ambos os sistemas de divisão, o custo correspondente ao período de gastos condominiais é detalhado em um demonstrativo. O documento deve apontar todos os encargos e cobranças que integram a taxa de condomínio, bem como a fração do pagamento atribuída a cada unidade.

Por fim, trazemos mais um ponto muito importante a respeito da taxa de condomínio: a questão da inadimplência. Essa ocorrência resulta no desequilíbrio da saúde financeira do residencial e no consequente prejuízo a quem nele vive. Isso porque quando um ou mais condôminos deixam de pagar a sua parte, o valor cobrado dos demais termina sendo mais alto.

Afinal, é preciso cobrir o gasto da unidade devedora, a fim de saldar os compromissos mensais do empreendimento. Portanto, esteja sempre atento ao demonstrativo de condomínio e, em caso de dúvidas, entre em contato com a imobiliária que administra seu residencial.

Este artigo ajudou você a entender mais sobre a taxa de condomínio e sua real importância? Compartilhe-o nas suas redes sociais e leve essas informações para seus amigos e familiares!

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